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Política

Romário esquece que enfrentava CBF e negocia com golpismo

DO BAHIA TODO DIA 06/06/2016 | 12h00

Os tempos em que Romário (PSB-RJ) era a esperança de um político diferente ficaram para trás. Aquele senador que encantou os brasileiros sérios com sua coragem para emparedar a CBF e seus bandidos, aquele não existe mais. Com atraso de quase 6 anos, o ex-gênio da bola chegou a Brasília. Ou talvez tenha chegado antes, sem que sobéssemos. 

Na semana passada Romário cobrou a indicação de uma diretoria na estatal Furnas, aquele de onde Aécio Neves tirava uma gorda mesada todos os meses, durante o governo FHC e parte do governo Lula. 

Romário parece estar querendo ver de que lado deve ficar, qual o mais vantajoso, nesse debate do impeachment. O ex-jogador retirou-se da comissão do impeachment, reuniu-se com Dilma Rousseff e divulgou que não havia definido voto. Depois, cobrou de Geddel Vieira Lima a indicação em Furnas. 

Interessante que na CPI da CBF, da qual é presidente e que está terminando em pizza, Romário enfrentou a bancada da bola, que tem como principal expoente no Senado um dos homens fortes de Temer, o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Ou seja, é desse lado que estão seus inimigos. Mas parece que ele não pensa assim.

Triste Brasil. 



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