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Automobilismo

Fãs lembram os 20 anos da morte de Senna no Brasil e na Europa

Piloto faleceu após bater sua Williams no muro da curva Tamburello, no GP de San Marino.

DO BAHIA TODO DIA 01/05/2014 | 16h09

O 1º de Maio, dia do trabalhador comemorado em todo o mundo, também foi marcado pelas homenagens aos 20 anos da morte do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna. No Brasil, o Corinthians, time do piloto, jogou de camisas amarelas e os atletas entraram em campo com uma réplica do capacete do piloto, também nas cores do Brasil.

Considerado um dos maiores pilotos de toda a história, Senna também foi reverenciado na Europa. Exatamente às 14h17, na curva Tamburello, hora em que aconteceu acidente fatal no Grande Prêmio da Itália, no circuito de Ímola, cerca de 20 mil pessoas assistiam a cerimônia de homenagem ao piloto brasileiro. A maioria portando algo que dissesse ao outro "Eu sou fã de Ayrton Senna", como bonés, camisetas, bandeiras ou mesmo tatuagens. Alguns vieram de longe para aquele momento.

Vários pilotos também compareceram ao evento. Fernando Alonso, Kimi Raikkonen, da Ferrari, Jules Bianchi, Marussia, dentre outros, contemplavam o muro onde a Williams bateu de frente e Senna perdeu a vida.

O encontro na curva Tamburello, aberto ao público que pagou ingresso, 10 euros (R$ 33), simbólico para os padrões europeus, foi o ponto culminante do primeiro dia do Ayrton Senna Tribute 1994/2014, concebido para homenagear aquele triste GP de San Marino, em que o austríaco Roland Ratzenbeger, da Simtek, também morreu, apesar de quase não ser lembrado hoje.

Em entrevita ao Gazzeta dello Sport, o ex-piloto Gerhard Berger, amigo e companheiro de Senna na McLaren firmou que em 1989 também tinha sofrido um grave acidente no local. “Eu estava no hospital quando Ayrton foi me visitar. Nós conversamos sobre alterações para serem feitas neste muro".

"Eu já havia me recuperado e viemos aqui para um treino. Eu e Ayrton caminhamos até onde estamos e descobrimos que existe esse rio", contou. O ex-piloto mostrou que atrás do muro corre o rio Santermo e revelou a cena que o marcou. "Quando vimos o rio, olhamos um para a cara do outro, e concluímos que não havia o que fazer. Infelizmente não tivemos a ideia de construir a chicane, como existe hoje, e perdemos o maior piloto de todos os tempos", disse Berger.

 

 

 



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